"A Arqueologia é a busca de factos, não da realidade. Se é a realidade que procuram, a aula de Filosofia é já ao fundo do corredor." (Indiana Jones - A última cruzada)
Sensação irracional
Suponhamos que uma pessoa introvertida entra num local público qualquer e alguns instantes depois um grupo de pessoas ri-se de uma piada contada. Muito provavel é que aquela pessoa fique com a sensação de que estão a rir-se para ela. Que acontece? O estado incómodo leva a que a pessoa evite os lugares públicos. Talvez fosse mais sensato a pessoa tentar perceber o porquê da risota antes de pensar deixar de frequentar os locais. Bastava apenas isso.
«Grande parte dos problemas se resolveriam se fossemos capazes de desmontar as nossas crenças irracionais e desenvolver comportamentos mais ajustados», de acordo com a Psicoterapia.
Suponhamos que uma pessoa introvertida entra num local público qualquer e alguns instantes depois um grupo de pessoas ri-se de uma piada contada. Muito provavel é que aquela pessoa fique com a sensação de que estão a rir-se para ela. Que acontece? O estado incómodo leva a que a pessoa evite os lugares públicos. Talvez fosse mais sensato a pessoa tentar perceber o porquê da risota antes de pensar deixar de frequentar os locais. Bastava apenas isso.
«Grande parte dos problemas se resolveriam se fossemos capazes de desmontar as nossas crenças irracionais e desenvolver comportamentos mais ajustados», de acordo com a Psicoterapia.
Feto in feto
Soube de algo que nunca pensei que pudesse ser possível: Um feto que se desenvolvia dentro de uma criança.
O estudo indica que se tratava de gémeos; o feto "cobriu" outro feto que mais tarde se veio a desenvolver dentro dele (feto in feto).
O feto se desenvolveu como todos outros fetos: tinha pernas, braços, pulmões, rins, coração... com a única diferença de que ele não apresentava cérebro.
Fico a pensar se isto serve como limite ás capacidades da natureza...
"In National Geographic Channel"
Soube de algo que nunca pensei que pudesse ser possível: Um feto que se desenvolvia dentro de uma criança.
O estudo indica que se tratava de gémeos; o feto "cobriu" outro feto que mais tarde se veio a desenvolver dentro dele (feto in feto).
O feto se desenvolveu como todos outros fetos: tinha pernas, braços, pulmões, rins, coração... com a única diferença de que ele não apresentava cérebro.
Fico a pensar se isto serve como limite ás capacidades da natureza...
"In National Geographic Channel"
Quantas e quantas vezes [nos] senti[mos] assim:
- Eu sou hoje tudo aquilo que um dia desejei ser. O problema é que... Gostava de ser aquilo que era quando quis ser o que sou hoje.
- Eu sou hoje tudo aquilo que um dia desejei ser. O problema é que... Gostava de ser aquilo que era quando quis ser o que sou hoje.
Tourada"A tauromaquia é um espectáculo baseado na tortura e matança de animais em público, o que traumatiza crianças e adultos sensíveis, assim como desnaturaliza a relação entre o homem e o animal" - UNESCO
É de lamentar que muitos aplaudem este tipo de espectáculo, e justificam-se que trata-se de uma arte, cultura. Chamam arte á agressividade com que tratam os animais? Já agora, 1000 chicotadas nas costas de um homem é arte!
Acho incrivelmente estúpido aplaudirem toureiros que nada de valentia mostram de facto. Antes de iniciarem a "cena":
São dados aos touros laxantes e tranquilizantes;
Põem-lhes nos olhos vaselina para terem menor capacidade de visão, para não falar de que metem-lhes algodão ou outro objecto para dificultar a respiração;
Fazem cortes nas patas que depois são embebidos com amoníaco que lhes deve doer p'ra caraças;
Exercem violência na zona dos rins e testículos, entre outras zonas.
Maioria dos touros já se encontram, antes de entrarem em espectáculo, com doenças tais como tumores, tuberculoses, hepatite.
Agora, que raio acto de valentia é que o toureiro tem quando se encontra com a "cena" facilitada no momento em que entra em campo?
Que grande valentia! Que grande público que diz ser-se civilizado!
E se fosse só os touros... Os cavalos nem escapam a golpes, hematomas, etc., que são disfarçados pelas "fatiotas", para além de cortarem as suas cordas vocais para que o público "civilizado" não os ouvisse a "guinchar".
Épah que arte!
Acontece o que imaginava
Desde muito nova que tenho medo de estar ao pé do risco amarelo quando espero pelo "metro"; tinha medo que alguém me empurrasse, caísse estatelada nos ferros e fosse "apanhada" pela carruagem. Para mim esta sensação era ridícula, uma vez que achava eu que ninguém seria tão mau para fazer uma coisa destas (ingenuidade). Na semana passada vim a saber que encontraram o homem que tanto procuravam, por empurrar as pessoas numa linha de comboios à medida que estes se aproximavam; fez matar várias pessoas.
Pergunto o que se passará na cabeça daquele homem para fazer uma coisa daquelas. Não basta dizer que é doente. Gostava de perceber o que vai naquela mente. Será puro prazer? Ninguém sabe.
Num momento de reflexão á minha vida...
Apercebi-me que a maioria dos meus objectivos só poderão realizar-se com dinheiro. Quase tudo á minha volta implica dinheiro, o que me aborrece saber que está por cima de algum dos nossos sonhos.
Então imaginei um mundo onde não existia dinheiro:
Imaginei “N” situações realizadas e digeridas sem que o dinheiro interfira. E cheguei a uma conclusão: O facto de existir um mundo destes não seria a solução dos “problemas”. Tanto fiz acabar com os problemas, como apareceram mais outros.
Cheguei ao ponto de pegar no mundo que imaginei e compará-lo a uma reciclagem (Aparentemente, é confuso uma vez que nada tem a ver uma coisa com outra.):
Nada pode interferir a que, por exemplo, o papel seja reciclado, excepto uma coisa - a mesma que faz com que o mundo utópico não se diferencie do mundo em que vivemos, tendo em conta que nada mudei a não ser “desviar” o dinheiro. E a razão é a atitude do homem.
(A reciclagem só é realizada devido a uma preocupação em separá-la (atitude positiva), tal como o mundo que imaginei só é realizado se houver uma atitude (+), onde não há espaço para ganância nem inveja... Por parte do homem.)
A questão é: será, realmente, o dinheiro O problema?
Apercebi-me que a maioria dos meus objectivos só poderão realizar-se com dinheiro. Quase tudo á minha volta implica dinheiro, o que me aborrece saber que está por cima de algum dos nossos sonhos.
Então imaginei um mundo onde não existia dinheiro:
Imaginei “N” situações realizadas e digeridas sem que o dinheiro interfira. E cheguei a uma conclusão: O facto de existir um mundo destes não seria a solução dos “problemas”. Tanto fiz acabar com os problemas, como apareceram mais outros.
Cheguei ao ponto de pegar no mundo que imaginei e compará-lo a uma reciclagem (Aparentemente, é confuso uma vez que nada tem a ver uma coisa com outra.):
Nada pode interferir a que, por exemplo, o papel seja reciclado, excepto uma coisa - a mesma que faz com que o mundo utópico não se diferencie do mundo em que vivemos, tendo em conta que nada mudei a não ser “desviar” o dinheiro. E a razão é a atitude do homem.
(A reciclagem só é realizada devido a uma preocupação em separá-la (atitude positiva), tal como o mundo que imaginei só é realizado se houver uma atitude (+), onde não há espaço para ganância nem inveja... Por parte do homem.)
A questão é: será, realmente, o dinheiro O problema?
Ontem comemorou-se o 2º Aniversário do Leves & Ausentes.
Muito Obrigada pelas 10.000 visitas.
O ano 2006 começou...
E ainda não dei de conta com a "vida nova"... Mas não me posso queixar, dei as melhores (bem) vindas a este ano; e como quero entrar ainda com mais juizo, vou estar com os neurónios bem "pegados" nos livros, de maneira que este blog por enquanto vai "andar" para trás.
E como não poderia deixar de dizer:
BOM ANO!
E ainda não dei de conta com a "vida nova"... Mas não me posso queixar, dei as melhores (bem) vindas a este ano; e como quero entrar ainda com mais juizo, vou estar com os neurónios bem "pegados" nos livros, de maneira que este blog por enquanto vai "andar" para trás.
E como não poderia deixar de dizer:
BOM ANO!
Não são os enfeites, não é a neve. Não é a árvore, nem a chaminé. O Natal é o calor que volta ao coração das pessoas, a generosidade de compartilhá-la com outros e a esperança de seguir adiante.

FELIZ NATAL
(Mais) Para além da psicologia do sonhoOntem á noite sonhei que ía morrer em poucos dias. Desesperada só chorava, gritava... Senti tudo e mais alguma coisa naquele sonho. E acordei a pensar: será isto que eles sentem? Será que no sonho temos a capacidade de "sentir na pele" de uma pessoa que sabe que tem os "seus dias contados"? Se sim, a única diferença que existe é a duração do sofrimento.
"Um homem machista não entende nem compreende um homem sensível, porque tem medo de se assumir como tal perante uma sociedade obsessiva por valores e preconceitos obsoletos..."
Sempre a mesma lenga-lenga
"Preocupados" em mudar a sociedade, esquecem-se em mudar a eles próprios.
"Preocupados" em mudar a sociedade, esquecem-se em mudar a eles próprios.
A Fama e o Aproveito
Porque é que a mulher quando trai é sempre chamada por nomes desagradáveis (tendo a má fama), e quando chega a vez do homem são os "garanhões", os maiores...?
Seria bom que a sociedade ponderasse a situação.
Porque é que a mulher quando trai é sempre chamada por nomes desagradáveis (tendo a má fama), e quando chega a vez do homem são os "garanhões", os maiores...?
Seria bom que a sociedade ponderasse a situação.
A psicologia dos Contos de FadasHá pais que insistem a que as crianças tenham que pensar racionalmente como eles, pensam que é a partir daí que os tornam mais maduros... Mas nem sequer pensam que os sentimentos são fundamentais para a formação do carácter; queixam-se que só as histórias (por exemplo, os contos de fadas) trazem confusão em relação aos conceitos da realidade que devem ser ensinados às crianças. A sabedoria não é uma coisa que nasça e sim uma coisa que se constrói, começando por um “estágio” irracional que depois se desenvolve num maduro psiquismo. As crianças têm uma enorme necessidade de lidar com os sentimentos. A assimilação é muito importante para aquelas que desejem encontrar as respostas lógicas para o mistério da existência. Os contos de fadas têm a função de dar ás crianças um desenvolvimento imparcial tão completo quanto possa vir a ser o do prestigiado intelecto, através do intuito e dos sentimentos; permitem a que as crianças se identifiquem com alegrias e dificuldades dos seus heróis... Há um impacto no psiquismo devido às experiências quotidianas. Ajuda a criança a ter uma aprendizagem adequada, mais interesse e diversão. Ela “tira” das narrativas o melhor que possa aproveitar para ser aplicado no seu estado de espírito.
É por isso que as crianças pedem aos seus pais que contem novamente as histórias, para que os sentimentos sejam revividos em cada repetição delas, conforme as necessidades do momento vivido.
Como puzzles
Acho engraçado a forma como os temas de conversa, embora diferentes, interligam-se como puzzles. Numa conversa entre amigos, falaram-se, por ordem, dos seguintes temas:
Aulas - Amizades - Atitudes - Futebol - Sexo - Adolescência - Crianças - Política - Psicologia (...)
(reparem como o tema "crianças" interligou com "política")
Acho engraçado a forma como os temas de conversa, embora diferentes, interligam-se como puzzles. Numa conversa entre amigos, falaram-se, por ordem, dos seguintes temas:
Aulas - Amizades - Atitudes - Futebol - Sexo - Adolescência - Crianças - Política - Psicologia (...)
(reparem como o tema "crianças" interligou com "política")
1ª Companhia
Instrutor para Castelo-Branco:
- Você não é uma nódoa, é um borrão!
É impossivel não se rir com esta observação.
Instrutor para Castelo-Branco:
- Você não é uma nódoa, é um borrão!
É impossivel não se rir com esta observação.
EclipseAcordei com a sensação de ser 7h da matina: estava frio, o sol pouco iluminava... Quando fui ver o relógio eram quase 10 horas. Achei bastante estranho... Liguei a televisão e voilá, a razão: o eclipse!
Quando preparavam o velório de um homem brasileiro, é que três horas depois aperceberam-se que estava a respirar.
Tenho ouvido muitas histórias (reais) como esta, como também, pessoas que são enterradas vivas sem que alguém dê conta, e fico sempre a matutar na minha cabeça este tipo de coisa e imagino-me na mesma situação que elas (e logo eu que sofro de claustrofobia). É um desespero de tal maneira que até a mim me doi só de pensar.
Situações como esta: As familias só se aperceberam do sucedido quando vêem o caixão arranhado na parte d'entro ou com o corpo virado de barriga para baixo...
Das duas uma: ou sou cremada ou vou em frente com a porcaria do caixão na condição de levar a caixa de ferramentas.
Tenho ouvido muitas histórias (reais) como esta, como também, pessoas que são enterradas vivas sem que alguém dê conta, e fico sempre a matutar na minha cabeça este tipo de coisa e imagino-me na mesma situação que elas (e logo eu que sofro de claustrofobia). É um desespero de tal maneira que até a mim me doi só de pensar.
Situações como esta: As familias só se aperceberam do sucedido quando vêem o caixão arranhado na parte d'entro ou com o corpo virado de barriga para baixo...
Das duas uma: ou sou cremada ou vou em frente com a porcaria do caixão na condição de levar a caixa de ferramentas.
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