"Acompanhe o CowParade Lisboa 2006 e conheça as últimas notícias sobre o evento que vai marcar 2006." (http://cowparadelisboa.sapo.pt/)

Vai marcar 2006?? Já está a marcar(!), desde o primeiro dia em que começa uma espalhafatosa série de vacas espalhadas por Lisboa! Aquilo sobe à cabeça - até tive o prazer de "comunicar" com uma.
Lisboa já não é o que era... ou seja, tudo menos uma cidade...!
"Ahhh... 'Tá fofo!"
Cada vez que ligo para um certo número de telemóvel aparece a seguinte gravação:
"Oi, está a falar com o líder da máfia. Não posso atender mas vou atender, isto é se não morrer primeiro."
Acho que sim, que vou meter uma destas gravações no meu telemóvel dirigidas a pessoas indesejadas, para saberem com quem estão a lidar; meter respeito... Assim não preciso de comprar pitt-bulls, como certas pessoas. Oooh come on... Ahahah.
No trabalho:
- Então rapariga, estás a gostar do teu trabalho? - perguntei eu.
- Estou na lista dos favoritos é claro que tenho que lá estar! - com um tom de arrogância.
- Pois... Não me lembro de te ter perguntado se és a melhor trabalhadora, até porque isso não me interessa de facto. Só te perguntei se estás a gostar.
manias, manias...
O cúmulo
Ás vezes fico extremamente assustada com certos comportamentos que vejo; digo assustada porque sendo eu mulher, não me quero tornar como certas pessoas que eu conheço (e que vou referir mais adiante)... Não sei se está no nosso gene, mas já vejo "coisas" destas a cruzar na minha vida constantemente. Todos sabem que a mulher fascina-se por um par de sapatos, uma roupa elegante, etc., etc.; conhecida pelo homem como a gastadora de trapos. Metem as mãos na cabeça e agarram-se fortemente aos seus cartões de multibanco cada vez que as suas mulheres entram numa loja de roupa. Sinceramente, há uns que gostam de dramatizar... Até porque maioria delas sabe que o maior problema, e o mais queixoso vindo de todas as bocas, é o financeiro. Continuando...
O cúmulo, cúmulo, e um dos mais reles cúmulo da estupidez, trata-se da minha colega: quase que grita bem nos meus ouvidos que está desesperada porque a sua conta está a zero - até mesmo em saldo negativo -, e que não pode fazer isto e aquilo porque não pode gastar dinheiro, e que lhe vai dar o badagaio, e que «POR AMOR DA SANTA!!!» isto não pode estar a acontecer com ela (palavras dela)... Ora, problemas financeiros é o que todos têm e que fazem os possiveis para que nada falte. Ela é basicamente o contrário: compra as coisas (caríssimas!) e só depois de as ter é que me diz que não gosta, vai até à
Quebramar -
a loja de roupa que nos leva á falência - porque diz que «é única, a loja 'dela', não vai a mais nenhuma e pronto»; vai ao cabeleireiro mais longe que 'sei lá o quê' porque - lá está a mania (o seu gene a falar mais alto) - é o melhor, o mais fino e o conceituado e que não pode ir a mais nenhum, etc., etc..
Resumindo e concluíndo: Tudo isto não passa de manias de alguém que se mete em merdas e não sabe gastar o dinheiro como deve de ser, não tem controlo e não quer responsabilizar-se... Chegando ao final do dia (QUASE todos os dias) a queixar-se da falta de dinheiro na sua conta.
«Uma dose de "droga", uma grama de esperança»
Fui muitas vezes, numa busca de emprego, confrontada com a principal dificuldade de me exigirem pelo menos alguma experiência num determinado emprego (ex. lojista, empregada de balcão, etc..). Pelo menos em todos os lugares que contactei pessoalmente me faziam essa exigência. Agora pergunto, como posso ter essa experiência que "necessitam" se não me dão a oportunidade de a ter?
Reparem, estas situações até aparecem á porta de quem é licenciado.
E se me perguntarem quem é a pessoa que tem mais probabilidade de entrar num determinado emprego, entre aquela que só tem o 12º ano feito e aquela que é licenciada direi que é a primeira. E tudo isto, muitas vezes, uma questão de dinheiro. Maioria dos empregadores não prefere o licenciado uma vez que terão de lhe pagar mais do que aquele que tenha até o 12º ano feito. Como duvidar, se eles próprios não conseguem desmentir...!
Sensação irracional
Suponhamos que uma pessoa introvertida entra num local público qualquer e alguns instantes depois um grupo de pessoas ri-se de uma piada contada. Muito provavel é que aquela pessoa fique com a sensação de que estão a rir-se para ela. Que acontece? O estado incómodo leva a que a pessoa evite os lugares públicos. Talvez fosse mais sensato a pessoa tentar perceber o porquê da risota antes de pensar deixar de frequentar os locais. Bastava apenas isso.
«Grande parte dos problemas se resolveriam se fossemos capazes de desmontar as nossas crenças irracionais e desenvolver comportamentos mais ajustados», de acordo com a Psicoterapia.