Ter curso ou não ter... Eis a questão.

Nos Jardins de Infância, são maioria, as educadoras (não auxiliares) que nunca tiveram qualquer experiência neste ramo e muito menos têm curso académico para tal... Conseguiram ter um emprego destes, e passaram a efectivas! No big deal. Mas então... e aquelas que estão a tirar um curso de Educadora de Infância na faculdade, e quase que se "matam" para o finalizar?...
Em todo o lado...

Desde que o Cardeal Patriarca abriu a boca para apelar os jovens de não casarem com muçulmanos, é noticia para várias semanas...
Sempre concordei com casamentos interreligiosos, e de facto este apelo foi extremamente exagerado e não muito esclarecedor.
Mas existe uma certa verdade quanto ao resultado de um casamento entre um cristão (por exemplo) e um muçulmano. Os muçulmanos crêem numa vida autoritária e exigente; impõem às mulheres obrigando-as a deixarem as suas religiões passando a praticarem os princípios do Islão; não admitem qualquer diálogo, nem crítica por parte da mulher, achando eles que têm sempre a razão, etc.; e, assim, a liberdade e o respeito não existe para com as mulheres. É dessa forma que é necessário os jovens pensarem muito bem antes de casarem com muçulmanos. Para que este casamento resulte tem que haver diálogo e respeito. É dever de qualquer religião aceitar as diferenças de cada um, e se juntarem como uma só "família"... difícil, mas basta quererem.
Este video mostra a união de todas a religiões, em Global Peace Festival.
WALL-E

Aconselho vivamente, não só a crianças, a verem este filme da Disney-Pixar sobre o robô u-ó-li. É comovente, e não dispensa humor.

" Há 700 anos, os humanos abandonaram a Terra, mas sonham voltar um dia. Para trás, ficou apenas Wall.E, um pequeno robô muito curioso e que se sente um pouco sozinho. Até ao dia em que chega a bela Eve, uma sofistica robô, que percebe que Wall.E pode ter descoberto, inadvertidamente, a solução para o futuro da Terra. Wall.E encanta-se por Eve mas ela corre de volta para o Espaço para contar aos humanos que a hora por que há tanto esperam pode estar perto. Talvez, por fim, seja seguro regressar à Terra, voltar a casa. Wall.E, no entanto, não desiste da sua amada robô e persegue-a galáxia fora, numa divertida aventura. Wall.E chegou para encantar e percebe-se porquê: pertence às melhores famílias e foi criado pelos humanos responsáveis por "À Procura de Nemo", "Carros" e "The Incredibles - Os Super-Heróis". "
Euro2008 com... Maya no seu melhor!


Nada melhor que assistir a um jogo de Portugal na companhia dos amigos... Isso quase toda a gente concorda. Daí, decidi aceitar o [cartão] convite que Maya (a relações públicas da discoteca Buddah) insistia em dar ao meu pessoal amigo que costuma relacionar-se com ela.
- "Ah e tal, venham até ao Buddah ver o Portugal x Turquia, eu convido-vos e podem estar a vontade… e tal..."


Muitos nervos...
Muitas expectativas...
Muitas alegrias...
e orgulho de um resultado 2-0!...

Uma noite positiva, isso não há dúvida!

Agora... Qual convite? Qual sem-consumo-mínimo?!
Essa treta do convite da Maya nunca me convenceu... Dispenso os beijinhos e sorrisinhos falsos como se nada fosse com ela, como se toda a humildade caísse no seu espírito santo... e Viva a Maya! E viva ao Buddah... super vazio!
[E há quem 'caia' no seu jogo de tarot... Eu cá prefiro o Mahjong.]


"O aspecto mais triste da vida actual é que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente que a sociedade em sabedoria"
"A falar é que a gente se entende"

Uma das situações em que me leva a escrever este post, é a atitude que se vê hoje em dia em se querer resolver problemas/mal entendidos... ou melhor, o NÃO querer. Parte-se do pressuposto que o melhor, melhor será termos um diálogo "aberto" para que haja uma máxima compreensão e deixe de haver mal entendidos. Fácil não é? Ora, há quem não ache fácil ou ache indiferente e decida partir para algo mais agressivo como "não quero ouvir, não sou parvo/a nenhum/a!", "deixa-me em paz ou se não arrebento-te a cara toda!" e/ou "desaparece da minha vista!". Para mim, atitudes destas pertencem a alguém que não sabe controlar as suas emoções e decide não querer ver a "realidade" das coisas achando que o melhor é fazer juizos de valor e usar um/a 'afastamento'/'deixa' mais agressivo/a. De facto, não é o melhor. Apelo a pessoas que sofrem este 'sintoma', que tentem controlar-se um bocadinho porque acabarão por sentirem-se muito pior se 'descobrirem', mais tarde ou mais cedo, que são apenas situações de mal entendidos e sem más intenções.
Irrita-me que atitudes como estas haverão sempre na 'montra' enquanto não souberem o que é ética e o ser-se justo.
(* Esta imagem significa "stop talking, take action" mas entenda-se de um modo negativo, visto muitos partirem para a violência sem que queiram ouvir)

Linhas da Morte

Ia muito bem no metro a caminho da estação de Alvalade quando de repente, chegando á estação, vi uma senhora (novinha) debaixo da carruagem uma vez que se atirou para as linhas férreas para ser 'apanhada' pela respectiva carruagem. Então pensei, como é possivel haver tanta coragem para se querer um destino como aquele?! É preciso estar-se muito desesperado(a) para fazer uma coisa daquelas.
E claro, ouve-se tudo um pouco da boca de "boa" gente: "Porque é que ela não esperou por outra carruagem?! Fez-me perder o metro!", "Pois, é para que ela saiba aquilo que acabou de prejudicar a muita gente", "Que caraças, ao menos que pensasse nos outros que estão aqui atrasadíssimos".

É agradável ouvir isto não é?

P.S. Embora muito partidinha, sobreviveu. Não me perguntem como.
1 de Janeiro de [novo ano]

Ora, quem não gosta do dia 1 de Janeiro...
Aquele dia em que uns entram com o pé direito, outros que entram com uma grande ressaca, e todos que têm que gramar com o habitual aumento dos preços e dos impostos!

... Bom ano 2007
"Ahh e tal, não tem nada a ver..."

«Epá, viste "O Perfume"? É que eu li tanto o livro como o filme e não têm nada a ver!», «Como não tem a ver?! Desculpa lá, mas achei identico!».

É curioso a conclusão de que as opiniões diferentes a esta comparação dá-se á forma como se imagina a "vida" da história de um livro que acabamos de ler. Porque nem todos "veêm" o espaço e o tempo da mesma maneira que outros, á medida que esfolham o livro, daí é natural que aquilo que alguns possam imaginar nele seja [ou não] parecido com o filme, e haver sempre opiniões diferentes. Acho que devemos dar mais em conta a comparação entre o imaginado por nossa parte, à imagem que nos é dada através do filme.
O nosso bom português

Cada vez o bom português anda a escapar nos nossos dedos. Falo precisamente do belo "Pitês" ou "Internetês". Isto de trocar o "s" pelo "x", etc., etc. já começa a alastrar de tal maneira que, e não tenho dúvida nenhuma, qualquer dia já ninguém sabe escrever correctamente as palavras, para além de que está sob uma ameaça para o dicionário Português. Por isso, há que deixar a preguiça de lado só porque "é mais rápido de se escrever", e tornar o português mais acessível e compreensível.

P.S.- Fica já o aviso do porquê de não responder a SMS.
[Não merece ter tópico sequer]

Realmente uma gaja chega aos seus 20 e tal anos para assistir certas atitudes animalescas do sexo feminino que fazem questão de apresentarem... Por mim metia-las num zoo qualquer, porque cá para mim a comunicação delas teria mais sucesso. Estou ciente que o salazarismo acabou, daí, democracia serve para alguma coisa. Então, e porque não chamar mentirosas aquelas que realmente nos mentem? E porque não dizer as outras o que realmente pensamos sobre as suas atitudes que tomam para nos stressar? Direito temos, mas pelos vistos temos que passar por um após-tratamento em nos "passar a ferro" ou levar com monte de dreads e carochos só para terem costas quentes. Estão a imaginar? É algo do género: eu vou falar, mas quando chegar a tua vez estás fo****! Tão boa esta democracia! São tão justas pah! ^^
Pois é... O Colgate dá que pensar:

Porque é que as riscas da pasta de dentes vêm sempre direitinhas?

Pois é...
Reparem como os pais destes miúdos são os próprios assassinos deles...



Sem segurança alguma (vejam no topo)...

Miúdos com 8/9 anos.

"Ai... Se eles caírem sempre batem nas cordas, não há problema nenhum!"

Claro, até porque as cordas são molzitas e não têm probabilidades de tocarem no chão... Claro...

A sensibilidade de alguns jornalistas:

- A nossa única testemunha morreu!
- O quê?? Estamos lixados!
As pessoas são tão imaginativas...

que até na cura para a homossexualidade já falam.
"Acompanhe o CowParade Lisboa 2006 e conheça as últimas notícias sobre o evento que vai marcar 2006." (http://cowparadelisboa.sapo.pt/)


Vai marcar 2006?? Já está a marcar(!), desde o primeiro dia em que começa uma espalhafatosa série de vacas espalhadas por Lisboa! Aquilo sobe à cabeça - até tive o prazer de "comunicar" com uma.

Lisboa já não é o que era... ou seja, tudo menos uma cidade...!

Porque raio tenho eu de aguentar isto?!

Lembram-se da série "Era uma vez... a Ciência/Corpo humano/o homem", com aquela personagem de barbas longas e brancas de nome Mestre? Lembro-me de ver sempre esses desenhos animados educativos em cassetes no tempo em que olhava para aquilo e chateava o meu velho de querer ter uma viatura como aquela que usavam para combater as bactérias. Continuando...

Um pai de um menino de provavelmente 9 anos, saiu-se com esta:

- Sabe, hoje o meu filho perguntou-me o que era pedofilia... Por acaso não me sabe dizer se na colecção "Era uma vez..." vem pedofilia, não?

Eu cá para mim: Está tramado, meu caro amigo...
"Ahhh... 'Tá fofo!"

Cada vez que ligo para um certo número de telemóvel aparece a seguinte gravação:

"Oi, está a falar com o líder da máfia. Não posso atender mas vou atender, isto é se não morrer primeiro."

Acho que sim, que vou meter uma destas gravações no meu telemóvel dirigidas a pessoas indesejadas, para saberem com quem estão a lidar; meter respeito... Assim não preciso de comprar pitt-bulls, como certas pessoas. Oooh come on... Ahahah.
No trabalho:

- Então rapariga, estás a gostar do teu trabalho? - perguntei eu.
- Estou na lista dos favoritos é claro que tenho que lá estar! - com um tom de arrogância.
- Pois... Não me lembro de te ter perguntado se és a melhor trabalhadora, até porque isso não me interessa de facto. Só te perguntei se estás a gostar.

manias, manias...
Pois... A imaginação é uma das coisas que não tem preço

Contaram-me que muitas mulheres ao visitarem algum familiar/amigo recluso, eram apanhadas por terem telemóveis nas suas partes íntimas. Eu apenas pergunto se por acaso as malas estarão assim tão caras... Não, assim só por acaso...