Uma amiga minha, mestre em Psicologia, foi uma das seleccionadas para entrar no grande mundo da Microsoft. Ao fim de tantos entrevistados e muitas entrevistas, estavam indecisos entre ela e um rapaz. Estamos a falar de um estágio em que iria enriquecer profissionalmente na área em que se encontra... Acontece que os responsáveis escolheram o rapaz, porque tinha mais experiência como psicólogo. Até pode fazer sentido mas... se continuam a contratar pessoas com experiência, aquelas que não têm alguma vão continuar sem experiência, não é verdade? Pois... assim está complicado.
Vi um filme cujo a história fala sobre um homem que tem uma amante - a tal que a namorada desconfia de quem se trata. A "amante" por sua vez também é traída, uma vez que não sabe que ele tem uma relação e... "outras". Acontece que ambas são enganadas por ele... Mas foi mais fácil a "amante" ser fortemente criticada/julgada pela mulher sem apontar o dedo ao namorado - o único que errou em todo este "triângulo".
Quantas vezes já presenciaram factos deste tipo?
A mim dá-me uma "comichão" enorme! Cegueira que não deixa pensar com clareza, e a falta de bom senso não ajuda.
"Desconfio que ele anda a trair-me! Vi mensagens impróprias que uma tipa mandou ao meu namorado. Se eu descubro quem é, está lixada!"
Não deveria ela ter um interesse maior pelas mensagens [enviadas] que o namorado manda à "outra", uma vez que é o meio de saber se ele está receptivo as tais mensagens e o único que tem de justificar a atitude perante ela? É claro que deveria.
Na passada terça-feira, dia 21 de Junho de 2011, marca na história a eleita primeira mulher presidente da Assembleia da Republica portuguesa, rompendo assim a retórica institucional. O discurso de Assunção Esteves não traz promessas, nem 'fretes' - é brilhante! Agora sim, pela primeira vez tenho orgulho em uma deputada, não só por ser a primeira mulher da Assembleia, mais ainda pelo discurso genuíno que se fez ouvir. Eu tenho esperanças. Podem ver aqui.
Ao cruzar com um homem de quase 80 anos, sem querer bati com a minha mão no braço dele; e conforme lhe bati ele curva-se quase em cima do capô de um carro, metendo a mão direita no peito...
Pensei que ele estava a ter um enfarte ou um ataque de coração...
- O senhor, sente-se bem??
Não respondia, só gemia, gemia, encravava mais a ponta dos dedos no lado do coração...
- Quer que lhe chame alguém??
E continuava, quase com os joelhos no chão... e eu cada vez mais preocupada.
- Eu vou chamar uma ambulância!
Calmamente ele endireita-se, segura nas minhas mãos, e diz com o ar mais pacifico do mundo:
- Menina, deixe estar... estava a brincar consigo. (depois ri-se)
Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...
Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...
Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...
E esta noite promete ser risonha - lembra-me aquelas noites quentes de Verão, sentada na esplanada ou a ouvir o som da música preferida enquanto o corpo embala nela; rir até doerem os ossos, libertar e transpirar energias da nossa alma, encher os pulmões e cantar bem alto, roçar os lábios que teimam em não distanciar na bebida que nos sabe pela vida... ou em outros lábios. Viver o momento.
Hoje enchi o corpo de energia, animei o meu espírito, mimei a minha pele e vesti o melhor vestido, para viver mais um momento. Até amanhã.
Não vou estar com superlativos e hipérboles... basta apenas introduzir a palavra "férias", e saberão ao que me refiro. Começa a contagem dos bons momentos, noites quentes, gargalhadas contagiantes, o resto vem por acréscimo e que tem igual valor.
Espantam-se aqueles que acham que as férias é quase para ricos, resultado da "vida que está difícil"... Eu vejo-as como um mimo a mim mesma, de que todos nós precisamos. A ausência destes mimos, independentemente do tempo que esteja a decorrer, faz-nos chegar a um limite que nós não queremos e por vezes nem nos damos conta...
mudanças de humor
discussões sem sentido
sem concentração
sem gosto naquilo que se faz
nível de auto-estima em baixo
sem paciência para quem mais ama...
...falta de dedicação pelos mesmos
entre outros factores.
Isto é o resultado quando chegamos a esse mesmo limite, e não tiramos dias para nós (e para aqueles que mais amamos). Há quem ouse desafiar os limites... bom, a saúde não se compra e o dinheiro não compensa. Façam algo por vocês mesmos.
P.S.- Agora sim, terei mais tempo para dedicar-me aos vossos blogs! :)
Há dias em que não compreendemos
o tempo, e a probabilidade de sermos enganados por ele é muita... A semana
passada "caí" que nem um pinto encharcado. Sem chapéu-de-chuva, sem
botas apropriadas, e sem paciência.
Não sou de estar á porta do
metro, nas paragens ou num "abrigo" qualquer á espera que a chuva
resolva ir embora; corri o mais que pude para chegar ao trabalho a horas, mas
as poças eram mais que muitas e bloqueavam-me o caminho... Eis que encontro uma
mulher (entre os 20 e 30 anos) acompanhada por uma criança na mesma situação
sendo que a única diferença é que elas tinham um chapéu-de-chuva.
Protegeram-me. Na altura em que teríamos de seguir por caminhos diferentes, ela
insistiu que fosse até a casa dela para dar-me um chapéu-de-chuva: "Muito
obrigada, mas eu não tenho forma de devolver-lhe o chapéu",
"Não tem mal! Venha, a minha casa é já ali!", com muito custo aceitei
e nem sei quantas vezes lhe agradeci. Assim que entrega o chapéu, disse:
"Vai ver que vai gostar"...
Por mais chuva que eu tenha apanhado, por mais
encharcados os meus pés estavam... nada, mas nada conseguia afastar o
"sol" que aquela mulher me deu - eu estava a ferver de tanta benevolência.
Se há coisas que adoro receber, uma delas é um bom livro... Os romances e a literatura fantástica são a minha preferência. Aqui podem ver um desafio proposto pela Irina do blog Pétalas de Palavras. Enjoy.
1. Existe um livro que leias e releias várias vezes? "O Guerreiro-Lobo", Sandra Carvalho
2. Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e tentas-te e nunca conseguiste ler até ao fim? "Chocolate", Joanne Harris
3. Se escolhesses um livro para o resto da tua vida, qual seria ele? "Vai Aonde Te Leva o Coração", Susanna Tamaro.
4. Que livro gostarias de ter lido mas que por algum motivo nunca leste? Não existe.
5. Que livro cuja "cena final" jamais conseguiste esquecer? A Filha da Floresta", Juliet Marillier
6. Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual seria ele? Sim. Livros sobre a "Anita", histórias clássicas da Disney, "Arrepios"...
7. Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim? Porquê? Os Maias... Consegue-se adivinhar porquê.
8. Indica alguns dos teus livros preferidos. Tenho
muitos, posso mencionar os escritores que gosto: Sandra Carvalho, Juliet
Marillier, Susanna Tamaro, Nicholas Sparks (eu avisei que gosto de
romances)...
9. Que livro estás a ler neste momento? "O Sacerdotisa dos Penhascos", Sandra Carvalho.
10. Indica 10 blog: Todos os bloggers que comentaram o último post do blog.
Oferecidos pela Tartaruga do blog Teoria nas Nuvens. Obrigada!
Não sou muito apologista em regras que acompanham os selos, mas de qualquer forma:
- agradecer a quem ofereceu;
- escrever um post sobre isto;
- passá-lo a 12 blogs;
- inserir o link desses blogs;
- enviar-lhes uma mensagem a contar.
O desafio do segundo selo pede para revelar algo sobre mim... Eu não vou estar com rodeios: já fiz parte de um rancho folclórico... durou duas semanas (hahah).
1.
Propensão para não trabalhar.
= Mandriice, Ócio, Vadiagem
2.
Demora ou lentidão em agir.
= Vagar
Exemplo:
As pessoas têm tendência a confundir muito certas acções; o que deveria de ser um dever por uma questão de bom senso, ignoram e dão a desculpa das burocracias. Compreendo que exista tanta burocracia junta, em que os administradores fazem de TUDO para evitar ajudar... Mas desta vez este post refere-se ao "trabalho" que é juntar apenas dois documentos para efeitos de segurança e envia-los por fax ou email que é tããão complicado! (ironia)
«Pah, isto são só burocracias!! Nem pensar que vou enviar esses documentos, ainda por cima ter que digitalizar e depois enviar...», mesmo sabendo que é por uma questão de segurança. Chego á conclusão que muitas vezes a burocracia serve como desculpa para a preguiça. Qualquer dia estas pessoas estão a apelar uma nova lei para que não seja necessário enviar documentos quando precisarem de comprar um carro, fazer a matricula para a faculdade, e até mesmo para trabalhar a contrato... Só porque não querem ter o trabalho! E depois a segurança dos mesmos vai pelo "cano abaixo", e aí quero ver se não dói.
Conversas #20 (numa noite no Irish Coffe)
Estávamos a ter uma conversa qualquer, quando a empregada aproxima-se com as bebidas, e do nada diz:
Ela - (dirigindo-se a mim) Com esses olhos tão bonitos, tem de protegê-los do sol.
Eu - Obrigada.
(Segundos depois)
Ele - Ela gostou de ti!! Já viste a forma como ela te elogiou? (num tom de gozo) Até estou com inveja...
Eu - Foi só isso... um elogio.
Ele - É preferível dito por um homem, não achas?
Eu - Claro que sim, mas porque não aceitarmos os elogios que elas nos fazem?
Veio á mente uma conversa que tive com um amigo meu: questionou-me, e fez-me pensar, porque motivo devemos sentir perplexos de ele achar giro um homem que cruza no seu caminho, sendo heterossexual, uma vez que não vai para além de um elogio?! "Eu apenas afirmei que aquele homem era bonito, nada mais. Qual é a diferença?", disse.