Os provadores assustam. Não no sentido literário, mas sabemos o efeito da dinâmica dentro de um espaço/loja. Passamos por imensos manequins "86-60-86" com o qual nem identificamos mas desejamos que o resultado seja o esperado. Assim que caminhamos para os provadores fazemos crossfingers para que "tudo" dê certo.
Olhamos para o espelho e identificamos uma serie de imperfeições em nós, mas a esperança continua lá enquanto não experimentamos. Entre aceitar o corpo que se tem e a desilusão ao ver as peças de roupa em nós, não sabemos qual "culpa" iremos apontar: se são as medidas, se é o erro em escolher as peças inadequadas, ou se o problema é o nosso corpo (apesar de existirem variados tamanhos de roupa)...
Apenas sei que as nossas experiências nos provadores mudam quando a nossa mente mudar também. Qualquer significado que irás retirar daqui, o que importa é que saibas o que fazer para ter mais impacto positivo.
"... Porque és uma menina" - Recordam-se desta frase?
Desde pequenas que são muitas as vezes que nos relembravam sobre o facto de sermos "meninas", em diversos contextos. Desde ao vestuário até a tarefas domésticas.
Vamos começar pela parte "fantástica": as tarefas domésticas. Existem tarefas adequadas à idade da criança... E é importante salientar que se deve incutir certas tarefas desde os 2/3 anos de idade - a arrumar os brinquedos, a levantar a mesa, pôr a roupa no cesto, etc., incrível não é? Mas mais importante ainda é aplicar estas tarefas a TODAS as crianças... não só a meninas, só porque o são.
Desde pequena que tudo tinha que fazer sentido para mim. Então se mal começavam a utilizar a típica frase "... porque és uma menina" após eu questionar se os meus irmãos iriam fazer o mesmo (nem que seja para lavar a loiça ou colocar a loiça na mesa), estava o caldo entornado. Não fazia, porque não era a forma adequada de me incutirem essas tarefas; para mim era uma injustiça fazer tarefas domésticas, que a todos deve ser aplicado, com a justificativa de que sou menina (mulher).
É um estereótipo que faz-me sempre muita confusão, entranhada por uma "espécie" de tradição de que o dever das mulheres era estar em casa a fazer as tarefas domésticas enquanto que os homens trabalhavam. Ainda me lembro do livro da 2ª classe a ensinar-nos esta norma. Norma essa que até para o meu pai era ridículo, pois nunca foi pessoa de ficar "sentada no sofá" enquanto que a minha mãe cozinhava... Aliás, maior parte das vezes faziam as tarefas juntos; da mesma forma que a mulher tem o direito a trabalhar, a votar, etc..
Hoje em dia é cada vez mais inaceitável guiar-se pelo género no que toca a incutir esta educação. Deve-se sim aplicar adequadas tarefas desde pequeninos e a todas as crianças, sem exceção.
E não se preocupem mamas e papás se acharem que estarão a fazer dos vossos meninos menos homens! Antes pelo contrário, eles darão valor a estes gestos.
"... Porque somos uma família e ajudamo-nos uns aos outros"
Sim, esta é a frase assertiva. Até porque traria mais efeito em mim quando era pequena, sem levarem com a minha teimosia.
Se tiverem interesse em saber quais as tarefas adequadas à idade da criança basta pesquisarem pelo
método Montessori.
Enganas-te...
... Se pensas que amar é apenas uma [especial] troca de mimos e palavras bonitas. Implica muita coisa... Que se não estás preparado/a, é porque amas de forma errada.
Como alguém me disse e bem: «Amar não chega. Amar não é só amar... é um conjunto de imensas coisas».
Não sei o que estes jovens andam a fazer
Quando olho para os adolescentes de hoje em dia, imagino-me a dar-lhes grandes bofetadas para ver se acordam para a vida. Felizmente, nem todos estão perdidos!
Quando li novamente
este post, lembrei-me de uma frase escrita por uma adolescente, que é difícil de esquecer por mais que eu queira:
«Não é bem esquizofrenia, é parecido (...) Eu não sei muito bem explicar a minha doença mas... é que uma parte do meu cérebro tem esquizofrenia.»
Como devem calcular esta miúda não sofre de esquizofrenia. No entanto, se me disserem que aparenta ter mitomania, aí já concordo.
Hmmm... ok...!
Quando ia a sair do duche após de mais um treino, cumprimento a minha colega enquanto se equipa... e eis que começo a pensar: Num balneário feminino, com uma decoração bonita e boas condições que nos faz sentir mais acolhedoras, consigo sentir-me à vontade porque não existe razão alguma para não estar. No entanto há quem não se sinta bem de mostrar o seu próprio corpo por complexos - o que até compreendo. [e começa o ponto culminar desta reflexão] Dado que só pode entrar mulheres neste balneário, imagino então como deve sentir uma lésbica (assim como um homossexual) quando nos vê nuas... e a única palavra que veio à minha cabeça foi: gajas com sorte. Ás vezes andam homenzinhos a tentar espreitar um balneário feminino ou com desejos de lá entrar, e estas meninas nem isso precisam de se preocupar. Estes locais chegam-lhes a ser um autentico paraíso! Nunca vos passou isso pela cabeça?
Definição de "Antecipar"
antecipar
v. tr.
1.
Fazer
suceder antes do tempo devido ou determinado.
v. pron.
2.
Chegar
ou vir antes.
3.
Adiantar-se.
Exemplo:
(em conversa com uma colega)
Eu: Então menina, quando é que tens rebentos?
Ela: Bolas! Filhos?!? Ainda não tenho paciência para essa vida. Ainda sou muito nova!
Eu: Nova?! Tens que começar a pensar, se não qualquer dia nem podes ter... (na brincadeira)
Ela: Fogo! Eu ainda nem sei se continuo com este marido, quanto mais! Ainda não sei se é com ele que quero ter filhos!
Explicam-me, porque eu ainda não entendi!
Como é que uma mulher com quase 300 quilos deseja ser ainda mais gorda?? Isto transcende-me completamente.
Ninguém gosta de ser obesa, de olhar ao espelho e reconhecer que o é. Para não falar das limitações.
Para mim até agora só há uma explicação: de esta mulher ser um autentico exemplo de puro suicídio.
Podemos ser muito [im]previsíveis de vez em quando
Há uns tempos ri-me com certos diálogos entre um homem e uma mulher.
Ele pretende mostrar que realmente conseguimos ser tão [im]previsíveis como mulheres, e tão difíceis de entender.
Realmente tenho de concordar com ele.
Rio-me porque até eu não consigo compreender certas atitudes/pensamentos por parte das mulheres. Aliás, não compreendo é como conseguem pensar de forma tão distorcida.
Pensavam que entres nós, mulheres, compreendêssemos tão bem? Não.
Ri-me de um modo sarcástico num misto de sentimento de raiva quando li um diálogo entre ele e a amiga, em que esta acusava de ser uma seca viver com ele só porque fazia tudo em casa.
Ora queixam-se que os homens não fazem nada em casa, ora queixam-se de que eles fazem quase tudo? Não entendo.
Se calhar maior parte dos problemas poderiam ser resolvidos se fossemos menos inteligentes [estou a brincar]... É que tal como um amigo meu me diz: "as mulheres que são inteligentes conseguem ter mais ideias e fazer mais filmes para criar um certo problema"...
Não conseguimos ficar satisfeitas com o que temos e somos... Parece que estamos a espera uma perfeição inexistente. Ás vezes parecemos esquizofrénicas: teimamos em ver e procurar algo que não existe. [sem ofensa]
Segredos
Talvez, homens, não façam a ideia porque é que as mulheres muitas vezes chegam atrasadas, para vos encontrar, e que tanto vos irrita estar a espera. Depois insistem em discutir e deixar que o mau humor bate-vos levemente. A irritação cega-vos.
Já olharam bem para elas?
Tentaram ao menos perceber porque é que demoravam tanto?
Pois bem... Muitas das vezes que as mulheres chegam atrasadas no ponto de encontro a "x's" horas é porque há umas horas atrás quiseram perder tempo para se arranjarem para vocês, para sentirem desejadas por vocês, querem sentir-se deslumbrantes, e que vocês sintam que são invejados... por terem uma mulher tão sui generis de si só.
Vale a pena discutir?
O cúmulo
Ás vezes fico extremamente assustada com certos comportamentos que vejo; digo assustada porque sendo eu mulher, não me quero tornar como certas pessoas que eu conheço (e que vou referir mais adiante)... Não sei se está no nosso gene, mas já vejo "coisas" destas a cruzar na minha vida constantemente. Todos sabem que a mulher fascina-se por um par de sapatos, uma roupa elegante, etc., etc.; conhecida pelo homem como a gastadora de trapos. Metem as mãos na cabeça e agarram-se fortemente aos seus cartões de multibanco cada vez que as suas mulheres entram numa loja de roupa. Sinceramente, há uns que gostam de dramatizar... Até porque maioria delas sabe que o maior problema, e o mais queixoso vindo de todas as bocas, é o financeiro. Continuando...
O cúmulo, cúmulo, e um dos mais reles cúmulo da estupidez, trata-se da minha colega: quase que grita bem nos meus ouvidos que está desesperada porque a sua conta está a zero - até mesmo em saldo negativo -, e que não pode fazer isto e aquilo porque não pode gastar dinheiro, e que lhe vai dar o badagaio, e que «POR AMOR DA SANTA!!!» isto não pode estar a acontecer com ela (palavras dela)... Ora, problemas financeiros é o que todos têm e que fazem os possiveis para que nada falte. Ela é basicamente o contrário: compra as coisas (caríssimas!) e só depois de as ter é que me diz que não gosta, vai até à
Quebramar -
a loja de roupa que nos leva á falência - porque diz que «é única, a loja 'dela', não vai a mais nenhuma e pronto»; vai ao cabeleireiro mais longe que 'sei lá o quê' porque - lá está a mania (o seu gene a falar mais alto) - é o melhor, o mais fino e o conceituado e que não pode ir a mais nenhum, etc., etc..
Resumindo e concluíndo: Tudo isto não passa de manias de alguém que se mete em merdas e não sabe gastar o dinheiro como deve de ser, não tem controlo e não quer responsabilizar-se... Chegando ao final do dia (QUASE todos os dias) a queixar-se da falta de dinheiro na sua conta.