Os provadores assustam. Não no sentido literário, mas sabemos o efeito da dinâmica dentro de um espaço/loja. Passamos por imensos manequins "86-60-86" com o qual nem identificamos mas desejamos que o resultado seja o esperado. Assim que caminhamos para os provadores fazemos crossfingers para que "tudo" dê certo.
Olhamos para o espelho e identificamos uma serie de imperfeições em nós, mas a esperança continua lá enquanto não experimentamos. Entre aceitar o corpo que se tem e a desilusão ao ver as peças de roupa em nós, não sabemos qual "culpa" iremos apontar: se são as medidas, se é o erro em escolher as peças inadequadas, ou se o problema é o nosso corpo (apesar de existirem variados tamanhos de roupa)...
Apenas sei que as nossas experiências nos provadores mudam quando a nossa mente mudar também. Qualquer significado que irás retirar daqui, o que importa é que saibas o que fazer para ter mais impacto positivo.
O Dia Internacional da Mulher é sinónimo de respeito e amor. Vai homenagear mulheres que lutaram e sacrificaram as suas vidas para hoje termos o direito de voto, o direito à igualdade de género, e tantos outros direitos. Ainda hoje, andamos numa luta constante em várias vertentes. Desejo que estes filmes que sugiro possa dar-vos inspiração.
AS SUFRAGISTAS (2015)

Mães, filhas e revolucionárias. Um filme baseado em factos reais sobre mulheres que lutaram e sacrificaram as suas vidas pelo voto feminino; sendo que todas as actrizes interpretam personagens reais. Sobretudo, e mais de uma luta pelo voto feminino, este filme retrata uma luta pelos direitos humanos.
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QUARTO DE GUERRA (2015)
O filme relata a vida de um casal que está em crise de relacionamento e a beira de um divórcio, contudo Elizabeth conhece uma senhora idosa que vai ensinar-lhe sobre o poder da oração e da fé. É um filme muito inspirador e baseado num livro.
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ALÉM DA LIBERDADE (2012)
É um filme muito poderoso baseado em factos reais, que retrata a história da activista Aung San Suu Kyi - uma heroína que ganhou o Prémio Nobel da Paz em 1991. Lutou pela implementação da democracia do seus país.
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LARANJAS E SOL (2010)
Um filme também baseado em uma história real que retrata Margaret Humphreys, uma assistente social que descobre uma das maiores tragédias sociais no Reino Unido que envolve a deportação de crianças britânicas para a Austrália, sendo estas obrigadas a entrarem no mercado de trabalho, e algumas delas vitimas de abusos sexuais.
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Começar mais um dia de semana torna-se um desafio para nós. É preparar-nos para mais objectivos que têm de ser cumpridos, para mais dias que nos façam sentido para a nossa felicidade, mais lutas para realização pessoal... até ao nível profissional.
Não digo que neste momento tenho um emprego perfeito, mas pretendo torna-lo o melhor que posso. O que é que isto quer dizer? São as minhas atitudes e acções que levam a determinados resultados, e quando damos mais de nós mesmos podemos ter vários tipos de resultados: há a apreciação por parte dos nossos superiores, os incentivos, as boas mudanças, mas sobretudo não deveremos esquecer que no meio disto tudo tem de haver o sentimento de "objectivo cumprido". E isso são metas que, embora a nível profissional, também nos fazem bem de forma pessoal. Crescemos.
Podemos até não ter reconhecimento algum, podemos não obter incentivos com o nosso esforço e até sermos levados a mais exigências, mas nunca esquecer desse sentimento. Podemos desistir do emprego que nada faz para motivar-nos e que não cumpre com os direitos que temos, mas se tivermos que o deixar será com a consciência limpa, com aquele sentimento de objectivo cumprido.
Tenho sorte de poder trabalhar em um ambiente satisfatório, e até ajuda a que os dias sejam menos pesados, a sorte da maioria dos meus superiores terem uma vertente humana mais vincada. Hoje falo-vos disto, porque também é bom termos a consciência que devemos "criar" formas de tornar o nosso trabalho mais satisfatório... seja no actual emprego ou no futuro emprego que possamos criar como nosso.
*imagem: pinterest
Nestas últimas semanas desafiei-me a passar mais tempo sem usufruir das redes sociais, fui diminuindo a frequência com que acedia a Internet. São desafios que eu recomendo fazerem de vez em quando, por que irão notar não só no modo como vivem o vosso quotidiano, como em vocês mesmos.
Passei a fazer coisas (e mais diversificadas) que não fazia há algum tempo, ter mais criatividade, a usar mais a disponibilidade para combinar passeios com os amigos, a família ou simplesmente estar com eles a 100% (diferente de estarmos com eles enquanto pegamos várias vezes no smartphone), se já gostava de ler passei a usar mais o tempo para tal sem deixar a cultura de lado, nunca fui pessoa de ver televisão e nem por isso fez com que eu começasse a ver; passei a ter mais tempo para pensar, meditar, fazer outras actividades.
Não só muda uma rotina como muda o nosso bem-estar: só o facto de estar longe de aparelhos electrónicos notei menos cansaço, não tinha tantas dores de cabeça como de costume (apesar que no trabalho não conseguimos evitar o uso do computador), passei a sentir-me mais tranquila e com menos ansiedade. Tudo isso influencia.
Passei a usar o tempo para tudo - foi a reflexão com que deparei. Tempo nós temos, basta mudarmos a prioridade com que a usamos.
Nunca fiz um post sobre moda, e apesar de gostar de moda não é algo que eu aprecio escrever em posts. Contudo, achei que para primeira vez em post teria que transcender a moda, o que leva a viajarmos para uma outra cultura. Decidi mostrar o gosto pela moda de uma jovem muçulmana que vive na Tailândia. E através dela, fui tendo uma outra perspectiva em relação a moda muçulmana e a forma como elas se vestem.
É surpreendente a quantidade de blogs que eu tive de retirar na minha "Blogroll" por simplesmente já não existirem e os que já não eram actualizados há mais de dois anos. E pouquíssimos os que mantive na esperança que um dia possam ser preenchidos novamente. Foram mais de trinta, acreditam? Bloggers que fizeram a diferença pela escrita, criatividade e pelo seu lado humano. Tenho saudades, confesso.
Nestes onze anos, enquanto blogger, tive a sensação de já terem passado várias gerações. Discordo sobre o "boom" da blogosfera de que todos falam estar a acontecer neste momento... Não, o "boom" deu-se há pouco menos de dez anos, não agora. Onde bloggers da idade dos 20 estão a passar pelos 30 neste momento, é esta a geração que viu mudanças extraordinárias na blogosfera. Uns encontrando o seu espaço como uma forma de desabafo, outros na partilha sobre seus gostos/ideias e lifestyle, e depois existem tantos outros que intitulam-se bloggers de [nova] profissão.
A vida é mesmo assim, em que tudo busca um sentido para a sua vida e de dias preenchidos de felicidade. Quero acreditar e desejo que muitos de aqueles que deixaram este espaço sejam felizes verdadeiramente ♥.
imagem: pinterest
O passo é aquele que damos quando queremos ser diferentes perante várias tarefas difíceis. A diferença está em contrariar o dia difícil com uma atitude positiva, é a nossa atitude no inicio de qualquer tarefa difícil que vai afetar o seu resultado bem sucedido. Insistir. Não é por acaso que Einstein conseguiu atingir o seu objectivo, porque até ele conseguir teve de errar 99 vezes. Insistir que, no meio de tanta tarefa difícil, haja muita atitude positiva.
Provavelmente será o meu lema nos próximos tempos.
Isto porque estar quase nos 30, tem muito que se lhe diga... ou que pensar.
Não é uma passagem entusiasmante, mas mais saudosa. O meu percurso "20's" leva-me a pensar que não quero fazer 30... "Não quero fazer 30"... E depois paro e penso ainda mais alto: "mas tu és estúpida?" - Tem que se concluir que devemos agradecer por mais um dia de vida.
Não é só uma data, e muitos menos uma estação qualquer. Sem a chuva do inverno, a primavera não mostraria tudo o que na natureza existe. As estações têm uma grande culpa nas mudanças do nosso estado de espírito. Por isso, deixem de lado o que é superficial e fútil nesta vida, põem um bocadinho de lado a tristeza e animem-se... não porque a primavera chegou, mas porque respiramos, vemos e ouvimos. A Primavera faz o resto.
Se vocês ainda não conhecem este video, estão prestes a conhecer. Vão começar a ver amigos, famílias e desconhecidos a partilhar por tudo o que é rede social... E vocês vão querer partilhar também. São os 30 minutos mais reais que irão ver. Espero que vos inspire!
Não se trata apenas de um assunto, trata-se de nós seguirmos o mesmo exemplo de força e determinação para tudo o que é injusto e desumano.
Há uns dias vi uma frase que dizia que "a felicidade é muito simples, nós é que ás vezes complicamos". Que outra maneira seria? Em simultâneo, nós por vezes dizemos que a "vida é difícil", a "vida é assim", e evitamos de pensar que nós é que estamos errados. Estamos, por mais que me desmintam. Desistimos facilmente de acompanhar a vida, ao mínimo de exigência/sacrifício que nos é atribuída; e também não vemos pequenas coisas e acções como uma boa razão de nos sentirmos felizes... É por isso que a felicidade é dificilmente alcançada. Como é que nós que temos tudo e mesmo assim nos queixamos tanto (quando a felicidade está a nossa volta), e outros que não têm nada conseguem ser tão felizes com pequenas coisas? A isso chama-se falta de valor, que lhes damos. E sabem que "pequenas coisas" a que me refiro? Aquelas que se calhar vocês acham menos significantes (e não é material), aquelas que nos foram dadas gratuitamente.
Até as mais "pequenas coisas" existem para nós servirmos delas enquanto lutamos. A mim sempre me deram força. Cabe a NÓS seguir a frase desta imagem.
Ia pelas ruas de Lisboa, e vejo um sem abrigo de pé, passo por ele mas decido parar. Lembrei-me que os dois rebuçados de caramelo que eu tinha iriam consolar-lhe. Disse-lhe que é para "adoçar a boca", e ele queria oferecer-me com gratidão as muitas moedas de um e dois cêntimos que ele tinha na mão. Não somos sem abrigos, mas devemos saber dar o valor a um grão de arroz.
... E por falar em dar, a querida
Ju ofereceu-me um selo (obrigada!). Devo repassar a cinco bloggers com menos de 200 seguidores: a
Marta,
a Ritinha, a Me, a Su, e a Dina.