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Time matters



Ultimamente tenho pensado no tempo... Aquele tempo-que-passa-a-correr-e-que-nós-não-nos-apercebemos. Isto está a começar a "assustar-me"... Lembro-me de há alguns anos atrás envolver-me no espírito natalício e vibrar a cada dia, aliás vibrava em cada estação preferida e isso preenchia-me de uma maneira. Agora, sinto que ontem foi verão e agora o Natal está prestes a acabar... O que quer dizer que não sinto que estou a aproveitar a época que mais gosto, não é por falta de tempo... Mas desconfio o que seja. 

Andamos a viver a vida em modo automático, já pensaram nisso? Quando andamos nas redes sociais, não damos pelo tempo a passar; quando bebemos o habitual pequeno-almoço não damos pelo tempo a passar, parecendo que a nossa pausa foi de 2 minutos quando na verdade passou 15 minutos; e a rotina passou a ser vivida de forma automática sem que "estejamos realmente presentes" enquanto vivemos a nossa vida.

Queria entender mais sobre este tempo-que-corre, então passei a analisar e a fazer experiências... Apercebi-me que quando vou as redes sociais, ler assuntos interessantes no google ou jogar um jogo (nunca joguei através do telemóvel só fiz pela experiência) passei a aperceber-me que o tempo passa mais rápido se não estiver a fazer nada disto... Porque estou distraída, não estou presente, a minha mente voa. Aí entendi porque as minhas pausas para pequeno-almoço também passam a correr, não é pela minha rapidez, é porque enquanto tomo a refeição estou com a minha mente ocupada, eu não estou realmente presente e estou distraída com coisas que penso naquele momento. Se eu estiver consciente em cada vez que levo a chávena a boca, nas vezes que pouso a minha chávena no pires, e a saborear novamente a minha refeição sinto que passaram exactamente os minutos que tenho por direito e que saboreei aquele momento. Eu estive presente, o meu estado de consciência esteve no ponto e aproveitei todos os segundos.  

O que quero dizer é que a cada dia que passa devemos tentar viver o presente, tomar consciência em cada gesto nosso e em cada segundo do nosso presente, sem distracções, para que possamos saborear os momentos. 

Isto é um dos motivos porque sinto que não estou a "aproveitar" o presente, o agora... Há distracção em tudo. Temos de estar mais "on-line" com o presente e estar offline a todas as distracções que realmente não importam. É a consciência de "estar aqui e agora, neste exacto momento".




Os provadores


Os provadores assustam. Não no sentido literário, mas sabemos o efeito da dinâmica dentro de um espaço/loja. Passamos por imensos manequins "86-60-86" com o qual nem identificamos mas desejamos que o resultado seja o esperado. Assim que caminhamos para os provadores fazemos crossfingers para que "tudo" dê certo.

Olhamos para o espelho e identificamos uma serie de imperfeições em nós, mas a esperança continua lá enquanto não experimentamos. Entre aceitar o corpo que se tem e a desilusão ao ver as peças de roupa em nós, não sabemos qual "culpa" iremos apontar: se são as medidas, se é o erro em escolher as peças inadequadas, ou se o problema é o nosso corpo (apesar de existirem variados tamanhos de roupa)...

Apenas sei que as nossas experiências nos provadores mudam quando a nossa mente mudar também. Qualquer significado que irás retirar daqui, o que importa é que saibas o que fazer para ter mais impacto positivo.

"... Porque és uma menina"

 


"... Porque és uma menina" - Recordam-se desta frase?
Desde pequenas que são muitas as vezes que nos relembravam sobre o facto de sermos "meninas", em diversos contextos. Desde ao vestuário até a tarefas domésticas.

Vamos começar pela parte "fantástica": as tarefas domésticas. Existem tarefas adequadas à idade da criança... E é importante salientar que se deve incutir certas tarefas desde os 2/3 anos de idade - a arrumar os brinquedos, a levantar a mesa, pôr a roupa no cesto, etc., incrível não é? Mas mais importante ainda é aplicar estas tarefas a TODAS as crianças... não só a meninas, só porque o são.



Desde pequena que tudo tinha que fazer sentido para mim. Então se mal começavam a utilizar a típica frase "... porque és uma menina" após eu questionar se os meus irmãos iriam fazer o mesmo (nem que seja para lavar a loiça ou colocar a loiça na mesa), estava o caldo entornado. Não fazia, porque não era a forma adequada de me incutirem essas tarefas; para mim era uma injustiça fazer tarefas domésticas, que a todos deve ser aplicado, com a justificativa de que sou menina (mulher).

É um estereótipo que faz-me sempre muita confusão, entranhada por uma "espécie" de tradição de que o dever das mulheres era estar em casa a fazer as tarefas domésticas enquanto que os homens trabalhavam. Ainda me lembro do livro da 2ª classe a ensinar-nos esta norma.  Norma essa que até para o meu pai era ridículo, pois nunca foi pessoa de ficar "sentada no sofá" enquanto que a minha mãe cozinhava... Aliás, maior parte das vezes faziam as tarefas juntos; da mesma forma que a mulher tem o direito a trabalhar, a votar, etc..



Hoje em dia é cada vez mais inaceitável guiar-se pelo género no que toca a incutir esta educação. Deve-se sim aplicar adequadas tarefas desde pequeninos e a todas as crianças, sem exceção.
E não se preocupem mamas e papás se acharem que estarão a fazer dos vossos meninos menos homens! Antes pelo contrário, eles darão valor a estes gestos.

 "... Porque somos uma família e ajudamo-nos uns aos outros"
Sim, esta é a frase assertiva. Até porque traria mais efeito em mim quando era pequena, sem levarem com a minha teimosia.
Se tiverem interesse em saber quais as tarefas adequadas à idade da criança basta pesquisarem pelo método Montessori.



Your dream job: create it

  



Começar mais um dia de semana torna-se um desafio para nós. É preparar-nos para mais objectivos que têm de ser cumpridos, para mais dias que nos façam sentido para a nossa felicidade, mais lutas para realização pessoal... até ao nível profissional. 

Não digo que neste momento tenho um emprego perfeito, mas pretendo torna-lo o melhor que posso. O que é que isto quer dizer? São as minhas atitudes e acções que levam a determinados resultados, e quando damos mais de nós mesmos podemos ter vários tipos de resultados: há a apreciação por parte dos nossos superiores, os incentivos, as boas mudanças, mas sobretudo não deveremos esquecer que no meio disto tudo tem de haver o sentimento de "objectivo cumprido". E isso são metas que, embora a nível profissional, também nos fazem bem de forma pessoal. Crescemos.

Podemos até não ter reconhecimento algum, podemos não obter incentivos com o nosso esforço e até sermos levados a mais exigências, mas nunca esquecer desse sentimento. Podemos desistir do emprego que nada faz para motivar-nos e que não cumpre com os direitos que temos, mas se tivermos que o deixar será com a consciência limpa, com aquele sentimento de objectivo cumprido.

Tenho sorte de poder trabalhar em um ambiente satisfatório, e até ajuda a que os dias sejam menos pesados, a sorte da maioria dos meus superiores terem uma vertente humana mais vincada. Hoje falo-vos disto, porque também é bom termos a consciência que devemos "criar" formas de tornar o nosso trabalho mais satisfatório... seja no actual emprego ou no futuro emprego que possamos criar como nosso.
 
  
*imagem: pinterest

Tempo para tudo

  



Nestas últimas semanas desafiei-me a passar mais tempo sem usufruir das redes sociais, fui diminuindo a frequência com que acedia a Internet. São desafios que eu recomendo fazerem de vez em quando, por que irão notar não só no modo como vivem o vosso quotidiano, como em vocês mesmos.

Passei a fazer coisas (e mais diversificadas) que não fazia há algum tempo, ter mais criatividade, a usar mais a disponibilidade para combinar passeios com os amigos, a família ou simplesmente estar com eles a 100% (diferente de estarmos com eles enquanto pegamos várias vezes no smartphone), se já gostava de ler passei a usar mais o tempo para tal sem deixar a cultura de lado, nunca fui pessoa de ver televisão e nem por isso fez com que eu começasse a ver; passei a ter mais tempo para pensar, meditar, fazer outras actividades.

Não só muda uma rotina como muda o nosso bem-estar: só o facto de estar longe de aparelhos electrónicos notei menos cansaço, não tinha tantas dores de cabeça como de costume (apesar que no trabalho não conseguimos evitar o uso do computador), passei a sentir-me mais tranquila e com menos ansiedade. Tudo isso influencia. 

Passei a usar o tempo para tudo - foi a reflexão com que deparei. Tempo nós temos, basta mudarmos a prioridade com que a usamos. 
   

Working Smarter

  
    
   
   

O mês de Maio está caótico de trabalho, quer na faculdade quer no emprego. E com este sol e calor, o corpo e a vontade só pedem um destino: praia. Seja onde ela for. Conhecida também pelo mês do sacrifício porque a determinação e a tonelada de trabalho não estão a combinar com horas livres para dar um mergulho sequer. Mas com certeza dá tempo para desfrutar um bom gelado! 

Nestas situações, até desesperantes de tanto trabalho, faço questão de fazer algumas pausas [muito pequenas] porque é uma estratégia que ajuda-me ainda mais na concentração e daí conseguir atingir o objectivo. Tudo requer uma combinação de disciplina, pensamento critico e técnicas - cada um de nós precisa de encontrar a sua maneira de trabalhar de forma mais esperta. Mas sem determinação nada se consegue.

     
   
*imagem: pinterest

The Step

   


O passo é aquele que damos quando queremos ser diferentes perante várias tarefas difíceis. A diferença está em contrariar o dia difícil com uma atitude positiva, é a nossa atitude no inicio de qualquer tarefa difícil que vai afetar o seu resultado bem sucedido. Insistir. Não é por acaso que Einstein conseguiu atingir o seu objectivo, porque até ele conseguir teve de errar 99 vezes. Insistir que, no meio de tanta tarefa difícil, haja muita atitude positiva.
   

Blue Marine

  


camisa: stradivarius (new)
calças: berska (new)
sandálias: local store (old)
spray after sun:  mussvital solar
caderno: travel journal by moleskine


Este ano o verão revelou-se mais fresco, às noites já não as chamamos de "noites quentes", e mais parecia "Abril águas mil" mas com a diferença de que não estamos na primavera. Verão é verão, e por isso tudo não deixa de ser uma época de cores alegres. 

As cores são uma grande influência para o nosso estado psicológico de várias maneiras e são mais ligadas à emoção. A visão é dos cinco sentidos o que mais rapidamente conduz a informação até ao cérebro. Certamente vos aconteceu sentirem uma grande atracção pelas montras com objectos, acessórios e outro material em todas as cores que o arco-íris tem... Porque nos sentimos bem quando vemos.


As metas são o combustível das fornalhas de realização

  


Faço planos. Muitos. Preparei e esquematizei os objectivos ao longo de cada estação do ano, na minha agenda. Saiu tudo o que menos queria, e nada de objectivos realizados à vista. 
Todos os dias, pensava numa nova maneira de recomeçar... 
... E porque não desisti, nos últimos meses de 2012, estou a realizar 90% das minhas metas. Se estava a contar que conseguisse tudo em um mês? Não, a fé fez-me continuar para conseguir. 
  

Assim não saimos do mesmo!

  

Uma amiga minha, mestre em Psicologia, foi uma das seleccionadas para entrar no grande mundo da Microsoft. Ao fim de tantos entrevistados e muitas entrevistas, estavam indecisos entre ela e um rapaz. Estamos a falar de um estágio em que iria enriquecer profissionalmente na área em que se encontra... Acontece que os responsáveis escolheram o rapaz, porque tinha mais experiência como psicólogo. Até pode fazer sentido mas... se continuam a contratar pessoas com experiência, aquelas que não têm alguma vão continuar sem experiência, não é verdade? Pois... assim está complicado. 
 
Definição de "Confiança"



  
confiança
s. f.
1. Coragem proveniente da convicção no próprio valor.
2. Fé que se deposita em alguém.
3. Esperança firme.




Exemplo:
 
Nada é dado por garantido quando uma relação não tem confiança. Antes pelo contrário, destrói.
Os ciúmes corroem por dentro e não deixa a pessoa pensar com clareza para depois agir em bom senso. Ninguém se sente bem em ter ciúmes, e nem aturá-los. Saber que somos controlados, confrontados (sem razão) e até mesmo perseguidos, é como tirar a nossa independência, sermos "obrigados" a algo que não somos só para agradar e sobretudo é reconhecer que não têm consideração por nós. 
Eu deposito a máxima confiança a quem merece... até mostrarem o contrário; e nunca tive coragem para ter uma relação que não fosse com base na confiança. Não tenho coragem porque tenho o direito de ser feliz e viver em paz comigo própria, assim como dói vivermos uma vida a dois sem o essencial. 
Temos duas opções: ou existe um diálogo sério para tentar ultrapassar a falta de confiança, ou então cada um é livre de seguir o seu caminho...
   
   
Também tenho o direito
     
         
 ... De estar aborrecida e gritar quando o estou, de sentir-me triste sem falsos sorrisos, de olhar para o vazio e pensar, de cuspir palavrões e sentir-me magoada ao dizer, de sentir borboletas e ter medo a cada passo dado, sentir revolta e transparecer, de chorar por sofrer... Preciso cada momento destes. Faz parte do ser humano sentir TODAS as vibrações, sensações e sentimentos. Conhecer cada minúcia de um sofrimento. É assim.
   
   
Enganas-te...


... Se pensas que amar é apenas uma [especial] troca de mimos e palavras bonitas. Implica muita coisa... Que se não estás preparado/a, é porque amas de forma errada.

Como alguém me disse e bem: «Amar não chega. Amar não é só amar... é um conjunto de imensas coisas».
   
    
  
What's wrong with gentlemens?


Não somos ingénuos para perceber que todos têm problemas na vida. Seja devido ao dinheiro, dividas, desemprego, mau ambiente profissional e/ou em casa, depressão, distúrbios, violência... O que for. Cada um destes factores pode ser a causa de um suicídio; e para pessoas com uma personalidade/mente fraca estão mais tentados a cometer este erro. Vi em estatísticas que nos finais dos anos 90 existiram 500 suicídios por ano, aumentando para 1200 suicídios/ano até 2003 em Portugal... A partir daí tem havido em média 1100 suicídios/ano até 2008.
Incrível como os homens são os que mais cometem o suicídio. Não entendemos o que lhes passa pela cabeça e o turbilhão de sentimentos que sentem no momento para cometerem este acto. Quem não passa por isto, desconhece.
     
   
Os que não sabem o que andam a sentir/fazer

 
Primeiro vou dizer o que é para mim uma distância: um desafio.
Existem casais que se separam por meterem na cabeça que a relação entre eles é impossível de se manter devido à distância. Então se começam por pensar que o possível é o impossível, ou se acham que essa é a razão para uma relação terminar... devo concluir que deixaram o sentimento morrer e não se esforçaram para as coisas darem certo. Um/a amor/relação que nasce entre duas pessoas que vivem distanciadas por um oceano pode muito bem ser trabalhado se ambos tiverem o mesmo "pincipio"/objectivo - e se este é o de ficarem juntos ao ponto de a distância um dia ser menor, então vale a pena esperar 1 ano, 2 anos, 3 anos... o tempo que for preciso. Agora se não foi "plantado" nenhum objectivo... então que façam-me um favor: não digam que a distância é a razão. Porque não é.

Conheço vários casais [amigos] de diferentes culturas que sofreram e discutiram como qualquer casal, devido à distância,  mas que nunca perderam a vontade/persistência de lutar por aquilo que acreditam: o sentimento. Hoje, alguns são casados e outros simplesmente vivem juntos. Sabem quanto tempo eles tiveram de esperar para estarem juntos sem ter a distância como problema? Podem não acreditar mas foi entre 3 a 6 anos, até concluírem a Universidade e até acharem que estariam preparados financeiramente. Claro que sempre se visitaram um ao outro nem que fosse um vez por ano.

Quero deixar claro: é difícil, nunca disse que era uma situação fácil. A distância é um desafio, o sentimento uma força.
   


   
Definição de "Orgulho"


   
   orgulho  
   s. m. 
      1. Manifestação do alto apreço ou conceito em que alguém se tem. 
      2. Brio.



Exemplo:
  
Há pessoas que estão na minha vida e que as orgulho por diversas razões e maneiras...
Mas a pessoa que se destaca neste post é o meu primo. Embora seja uma pessoa com os seus defeitos como toda a gente e por vezes tão chatinho que até irrita... orgulho a sua vontade e motivação de querer estudar. Não chegou a terminar a licenciatura de Economia, mas quer iniciar o curso de Matemática. Para uma pessoa que sofre de esquizofrenia exige de si mesmo um esforço de querer tratar-se à base de medicação, e por vezes a medicação dada poderá não ter tanta eficácia acabando por provocar comportamentos violentos/agressivos... O que é uma situação muito difícil de ser aceite (o receio) por uma entidade empregadora. Se isto o move? Não. Quer aprender mais e mais até achar que não se sente bem. Isto sim, é uma atitude que orgulho bastante e vinda de uma pessoa que tem mais limitações que aquelas que têm poucas e não aproveitam/estimulam o interesse. 
   
   
A "prova"!
   
  
Observando algumas coisas que eu tinha guardado, deparo-me com esta folha (de avaliação) que é DIGNA de um quadro de honra! Não me perguntem como é que consegui manter esta folha com 20 anos de existência...
Não são muitas as memórias que tenho da minha infância, mas o que é certo [e a julgar pela foto] é que não dei dores de cabeça aos meus tutores! A "prova" de que segui a educação que me deram, confirmando que, se tive uma boa infância é a eles que lhes 'devo'.
       
Concluindo o objectivo deste post: é muito importante que os tutores possam ter em conta no guardar recordações da infância das crianças - seja desenhos, materiais ou objectos feitos dentro ou fora da escola. Isto porque é uma forma da pessoa não só ter conhecimento da sua personalidade enquanto criança, como também saber que teve uma infância geralmente positiva. Faz sentido para vocês? 
No meu caso, os meus tutores permitiram que tivesse recordações que até hoje me fazem sentir tão bem quando os revejo.



*foto:  folha de avaliação da 3ª classe; não deixando de referir que para além de «muito meiga», «assídua e pontual», também indicava que eu era uma "lunática"! Pois é, de vez em quando lá tinha uns "podres"...
 
Doí, e não é pouco


Imaginem  que os vossos companheiros comecem a transformar-se pouco a pouco. Imaginem que estão com pessoas cujo vão perdendo a identidade e simplesmente não sabem com quem estão a viver... E de repente, são vitimas de agressão psicológica e física.
Como? Quando? Porquê?

Vai estando completamente fora do vosso controlo, e já não saberão o que fazer para melhorar a situação e manter-vos sãs. 
Doí, pois claro.

Hoje soube que uma familiar minha é uma dessas vítimas. 
 
    
   
Estes putos de hoje em dia...




... Que foram (in)disciplinados a estarem agarrados a um comando de PS, a lidarem com portáteis a largas horas, injectados com certos desenhos animados e morangos que nem cultura têm... Desligam-se de certos prazeres da vida mais importantes: a natureza, o contacto com a terra molhada e o cheiro, a cultura, o lazer alternativo, e sobretudo o contacto com os pais.

Ora, se por ventura os pais lembrarem de passear com os filhos, onde é que decidem ir? Ao centro comercial, pois claro! É novo e tal, tem boas lojas, é novidade (apesar de já terem ido umas cinquenta vezes)... e pronto, metem lá os filhos a passearem. 
Parques infantis, ATL, parques fluviais, praia, museus... e então, não há?

Já a minha consciência dizia: quem faz a cama bem se deita nela. É este presente/futuro que vemos, e mudar nada. Agora, paizinhos aguentem-se à bronca daqui a uns aninhos.
 
 
Atitude Psicológica do Estudante


Na semana passada dei uma formação sobre este tema...
Preocupa-me saber que existe cada vez mais jovens a deixar de estudar cedo demais... Pensam em viver mais o presente sem pensar no futuro.
Preocupa-me saber que maioria dos professores/educadores não dão motivação, não orientam e nem estimulam a aprendizagem do jovem.
Alegra-me saber que muitos são aqueles - deixaram de estudar durante muito tempo - que tiveram força de vontade e que foram criando estímulos positivos para voltarem a estudar.