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Chalet Relógio

   
booking.com


Actualmente esta propriedade chama-se Chalet Relógio e encontra-se num dos lugares mais bonitos de Portugal, Sintra. Mas não é um chalet qualquer. Para mim foi um lugar a quem eu chamei de "2ª casa", antes de ser o que é hoje. 

É uma casa extremamente encantadora e muito rica em história, um lugar onde todos os cantos não são desconhecidos e onde fazia-me sonhar como se de um filme "Narnia" se tratasse. Foi aqui que eu cresci e passei momentos espectaculares na minha infância. 




Antes de ser um "guest house", esta casa pertencia a uma associação interreligiosa internacional. Fui crescendo/aprendendo e a ter laços muito fortes com pessoas maravilhosas que pertencem a esta comunidade e a quem até hoje as chamo de "tios". Pessoas de diferentes culturas que enchem o meu coração de amor.






Sempre que visito Sintra, dou sempre um saltinho a esta casa nem que seja para matar saudades. Recomendo este chalet a quem pretende explorar melhor a vila de Sintra, e o mais espectacular é que encontra-se a 5 minutos (de carro) do Castelo dos Mouros e do Palácio da Pena. 



Where your ♥ is

  





É surpreendente a quantidade de blogs que eu tive de retirar na minha "Blogroll" por simplesmente já não existirem e os que já não eram actualizados há mais de dois anos. E pouquíssimos os que mantive na esperança que um dia possam ser preenchidos novamente. Foram mais de trinta, acreditam? Bloggers que fizeram a diferença pela escrita, criatividade e pelo seu lado humano. Tenho saudades, confesso. 

Nestes onze anos, enquanto blogger, tive a sensação de já terem passado várias gerações. Discordo sobre o  "boom" da blogosfera de que todos falam estar a acontecer neste momento... Não, o "boom" deu-se há pouco menos de dez anos, não agora. Onde bloggers da idade dos 20 estão a passar pelos 30 neste momento, é esta a geração que viu mudanças extraordinárias na blogosfera. Uns encontrando o seu espaço como uma forma de desabafo, outros na partilha sobre seus gostos/ideias e lifestyle, e depois existem tantos outros que intitulam-se bloggers de [nova] profissão.

A vida é mesmo assim, em que tudo busca um sentido para a sua vida e de dias preenchidos de felicidade. Quero acreditar e desejo que muitos de aqueles que deixaram este espaço sejam felizes verdadeiramente ♥.
    

imagem: pinterest

Festival mood

  
protector solar: garnier (golden protect)
calções: tally weijl (2013)
top: women'secret (2013)
tenis: all star (new)




Porque as festas, independentemente do que se tratam, fazem lembrar-me da minha infância - e isto significa algodão doce, cores, boa música e companhia.
Gosto da imagem que certos filmes nos mostram sobre as festas "populares" americanas com grandes quantidades de atracções, e é esse ambiente que eu gosto de ver também.


Conhecem?

  

Depois de terminar a primeira temporada, iniciei a sessão com outra terapeuta, também estagiária. Como é habitual, pergunta-me onde tinha arranjado esta rotura de ligamentos, a qual respondi que foi a fazer desporto e que na altura praticava uma modalidade. "Corfebol?? Que desporto é esse? Nunca ouvi falar!", lá expliquei o que era: uma modalidade colectiva (participam elementos de ambos os sexos masculino e feminino), em que cada equipa contém quatro jogadores, é mais ou menos parecido com o Basquetebol porque tem o mesmo objectivo, mas as regras e o modo de jogar são diferentes.

Fiquei a pensar que de facto o Corfebol não obteve uma boa expansão em Portugal. O que é uma pena porque trata-se de uma modalidade bastante interessante, e deu-me grande motivação!

... Vocês também desconhecem?

Desvalorização

   

Há 8 anos que tenho a mesma turma, os mesmos rostos dos jovens que vi crescer. 
Motivação, bom senso, educação, partilha, amor... São um dos temas que fui dando e transmitindo em exemplo para poderem saber como devem estar na sociedade e em família; orienta-los na concretização.
Não levei muito tempo para atingir laços fortes com eles... São especiais, cada um á sua maneira. Nunca me canso de lhes dizer que para além de aprenderem comigo, também estou a absorver lições (exemplos) que retiro neles.
Tenho saudades deles.

Quando fui operada em Agosto não sabia se a minha recuperação permitia dar inicio a um novo ano lectivo, quando não se tem a certeza não se pode dizer muito, não é verdade? Há duas semanas, contactei a minha coordenadora a dar boas noticias de que estava a recuperar de forma significativa e que daí poderia estar com a turma do costume. Ontem informam-me que não vou poder ficar com eles, porque já tinham escolhido outra pessoa para substituir-me e não queriam estar a propor a ela outra turma... Sabem aquela sensação de faltar uma parte que vos torna incompletos? Eu sinto isso. Foi como se tivessem a rasgar o coração de forma lenta, a mesma forma que se rasga uma folha de papel. Simplesmente não queria acreditar. Nem falando com o superior o fez mudar de ideias... penso que para ele os 8 anos de esforço e muita dedicação não lhe é relevante. Choca-me saber que preferem não voltar a falar com a pessoa para iniciar outra turma, do que manterem uma pessoa que fez tanto e sobretudo por eles... 8 anos não é brincadeira. Com boa vontade tudo de consegue, e não era pedir muito voltar a estar com a mesma turma.
E sabem...? Não somos sequer renumeradas, dedicamos de corpo e alma a estes miúdos. E o mais forte são os laços que criamos. Nunca fico indiferente a cada mensagem ou contacto para saberem se eu estou bem, nem mesmo quando só pretendem dizer que têm saudades minhas e que gostam de mim. Acredito neles, acredito porque consegui fazer nestes 8 anos aquilo que muitas não conseguiram fazer: manter a mesma turma durante tanto tempo. Eles são uns miúdos fantásticos... Não é por acaso que são a melhor turma do mesmo ano, e um dos melhores de todos os anos.

Eles ainda não sabem. Quando souberem... não quero imaginar.

Quando a saudade aperta...

  

Vejam aqui.
  

São pequenas frases como esta

  

"Gosto de ti não somente pelo que és, mas pelo que sou quando estou contigo"

Esta é a melhor frase que já li como palavra-chave (nas estatísticas) escrita por alguém que acabou por parar ao meu blog.
Fez-me lembrar das sensações*, dos momentos*, e finalizou com nostalgia*.
    
*hiperligação
 
Without barriers



Todos nós temos amigos de culturas diferentes, alguns de nós somos viajantes incuráveis, e conhecemos quem queira fugir para outro país. Nada nos faz isolar nas nossas raízes... tudo por causa dos conhecimentos, parentes, negócios e da solidariedade. Como evitar? 
Desde pequena que dou a mão a quase meio "mundo", e este sempre me cuidou até agora... nem que seja com um simples «How are you?» - Fiz muitas amizades.
Seja como for há várias razões que nos leva a descobrir o mundo de fora, chegar a novos horizontes sem vanglória. Basta persistir em conhecer algo novo... quem sabe se certas oportunidades nos surgirão?
  
sugiro Live Mocha
   
E porque não recordar?

Nuno Markl, Maria de Vasconcelos, Pedro Ribeiro

Foi precisamente há 5 anos que organizamos um jantar em homenagem aos (ex)animadores, que na altura faziam o programa O Homem Que Mordeu O Cão.

Quando cheguei ao local nunca imaginei que iria ser num barco, e foi preciso muitos suspiros para não se pensar em enjoos. "Muito bem, não estamos a sentir má disposição..." - pensamos quase todos. Mal entrei pela divisão onde decorreu o jantar, os meus olhos quase que saltaram das órbitas: estão a imaginar uma divisão pequena, sem janelas para se poder abrir, com muitos convidados, e eu... claustrofóbica?!?! Isso mesmo... Modéstia a parte, e dada a situação, devo dizer que sou uma tipa super rija. Não foi fácil! 
No entanto este momento foi mais do que memorável. Acreditem, eles são umas autenticas "coca-colas"!
   
   
*foto tirada no barco, em Março de 2005.
   
Só esta imagem vale mais do que qualquer programa televisivo



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