Nos Jardins de Infância, são maioria, as educadoras (não auxiliares) que nunca tiveram qualquer experiência neste ramo e muito menos têm curso académico para tal... Conseguiram ter um emprego destes, e passaram a efectivas! No big deal. Mas então... e aquelas que estão a tirar um curso de Educadora de Infância na faculdade, e quase que se "matam" para o finalizar?...
Nos Jardins de Infância, são maioria, as educadoras (não auxiliares) que nunca tiveram qualquer experiência neste ramo e muito menos têm curso académico para tal... Conseguiram ter um emprego destes, e passaram a efectivas! No big deal. Mas então... e aquelas que estão a tirar um curso de Educadora de Infância na faculdade, e quase que se "matam" para o finalizar?...
Desde que o Cardeal Patriarca abriu a boca para apelar os jovens de não casarem com muçulmanos, é noticia para várias semanas...
Sempre concordei com casamentos interreligiosos, e de facto este apelo foi extremamente exagerado e não muito esclarecedor.
Mas existe uma certa verdade quanto ao resultado de um casamento entre um cristão (por exemplo) e um muçulmano. Os muçulmanos crêem numa vida autoritária e exigente; impõem às mulheres obrigando-as a deixarem as suas religiões passando a praticarem os princípios do Islão; não admitem qualquer diálogo, nem crítica por parte da mulher, achando eles que têm sempre a razão, etc.; e, assim, a liberdade e o respeito não existe para com as mulheres. É dessa forma que é necessário os jovens pensarem muito bem antes de casarem com muçulmanos. Para que este casamento resulte tem que haver diálogo e respeito. É dever de qualquer religião aceitar as diferenças de cada um, e se juntarem como uma só "família"... difícil, mas basta quererem.
WALL-E
Nada melhor que assistir a um jogo de Portugal na companhia dos amigos... Isso quase toda a gente concorda. Daí, decidi aceitar o [cartão] convite que Maya (a relações públicas da discoteca Buddah) insistia em dar ao meu pessoal amigo que costuma relacionar-se com ela.
- "Ah e tal, venham até ao Buddah ver o Portugal x Turquia, eu convido-vos e podem estar a vontade… e tal..."
Muitos nervos...
Muitas expectativas...
Muitas alegrias...
e orgulho de um resultado 2-0!...
Uma noite positiva, isso não há dúvida!
Agora... Qual convite? Qual sem-consumo-mínimo?!
Essa treta do convite da Maya nunca me convenceu... Dispenso os beijinhos e sorrisinhos falsos como se nada fosse com ela, como se toda a humildade caísse no seu espírito santo... e Viva a Maya! E viva ao Buddah... super vazio!
[E há quem 'caia' no seu jogo de tarot... Eu cá prefiro o Mahjong.]
E claro, ouve-se tudo um pouco da boca de "boa" gente: "Porque é que ela não esperou por outra carruagem?! Fez-me perder o metro!", "Pois, é para que ela saiba aquilo que acabou de prejudicar a muita gente", "Que caraças, ao menos que pensasse nos outros que estão aqui atrasadíssimos".
É agradável ouvir isto não é?
P.S. Embora muito partidinha, sobreviveu. Não me perguntem como.
Ora, quem não gosta do dia 1 de Janeiro...
Aquele dia em que uns entram com o pé direito, outros que entram com uma grande ressaca, e todos que têm que gramar com o habitual aumento dos preços e dos impostos!
... Bom ano 2007
«Epá, viste "O Perfume"? É que eu li tanto o livro como o filme e não têm nada a ver!», «Como não tem a ver?! Desculpa lá, mas achei identico!».
É curioso a conclusão de que as opiniões diferentes a esta comparação dá-se á forma como se imagina a "vida" da história de um livro que acabamos de ler. Porque nem todos "veêm" o espaço e o tempo da mesma maneira que outros, á medida que esfolham o livro, daí é natural que aquilo que alguns possam imaginar nele seja [ou não] parecido com o filme, e haver sempre opiniões diferentes. Acho que devemos dar mais em conta a comparação entre o imaginado por nossa parte, à imagem que nos é dada através do filme.
P.S.- Fica já o aviso do porquê de não responder a SMS.
Realmente uma gaja chega aos seus 20 e tal anos para assistir certas atitudes animalescas do sexo feminino que fazem questão de apresentarem... Por mim metia-las num zoo qualquer, porque cá para mim a comunicação delas teria mais sucesso. Estou ciente que o salazarismo acabou, daí, democracia serve para alguma coisa. Então, e porque não chamar mentirosas aquelas que realmente nos mentem? E porque não dizer as outras o que realmente pensamos sobre as suas atitudes que tomam para nos stressar? Direito temos, mas pelos vistos temos que passar por um após-tratamento em nos "passar a ferro" ou levar com monte de dreads e carochos só para terem costas quentes. Estão a imaginar? É algo do género: eu vou falar, mas quando chegar a tua vez estás fo****! Tão boa esta democracia! São tão justas pah! ^^
Porque é que as riscas da pasta de dentes vêm sempre direitinhas?
Pois é...


Sem segurança alguma (vejam no topo)...
Miúdos com 8/9 anos.
"Ai... Se eles caírem sempre batem nas cordas, não há problema nenhum!"
Claro, até porque as cordas são molzitas e não têm probabilidades de tocarem no chão... Claro...
- A nossa única testemunha morreu!
- O quê?? Estamos lixados!
que até na cura para a homossexualidade já falam.
Vai marcar 2006?? Já está a marcar(!), desde o primeiro dia em que começa uma espalhafatosa série de vacas espalhadas por Lisboa! Aquilo sobe à cabeça - até tive o prazer de "comunicar" com uma.
Lisboa já não é o que era... ou seja, tudo menos uma cidade...!
Lembram-se da série "Era uma vez... a Ciência/Corpo humano/o homem", com aquela personagem de barbas longas e brancas de nome Mestre? Lembro-me de ver sempre esses desenhos animados educativos em cassetes no tempo em que olhava para aquilo e chateava o meu velho de querer ter uma viatura como aquela que usavam para combater as bactérias. Continuando...
Um pai de um menino de provavelmente 9 anos, saiu-se com esta:
- Sabe, hoje o meu filho perguntou-me o que era pedofilia... Por acaso não me sabe dizer se na colecção "Era uma vez..." vem pedofilia, não?
Eu cá para mim: Está tramado, meu caro amigo...
Cada vez que ligo para um certo número de telemóvel aparece a seguinte gravação:
"Oi, está a falar com o líder da máfia. Não posso atender mas vou atender, isto é se não morrer primeiro."
Acho que sim, que vou meter uma destas gravações no meu telemóvel dirigidas a pessoas indesejadas, para saberem com quem estão a lidar; meter respeito... Assim não preciso de comprar pitt-bulls, como certas pessoas. Oooh come on... Ahahah.
- Então rapariga, estás a gostar do teu trabalho? - perguntei eu.
Contaram-me que muitas mulheres ao visitarem algum familiar/amigo recluso, eram apanhadas por terem telemóveis nas suas partes íntimas. Eu apenas pergunto se por acaso as malas estarão assim tão caras... Não, assim só por acaso...
Sobre Mim
- geral.la@hotmail.com
Margarida Lozano
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